Do crer, ser… amar

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Do crer. Do ser. Do amar. Mas antes de ver, é preciso sentir. Engana-se quem pensa que para entendermos a vida precisamos vê-la, mas e tudo aquilo que não há explicação? Quem o vê? Quem o define? Dentre tudo o que e palpável e visível aos olhos, encaixa-se o vento que de tão forte bagunça os cabelos, mas quando o percebemos e tentamos tocar, já foi, já passou, já está ventando em outros lugares. Tão passageiro, tão incerto.

Quem se cega diante aos paradigmas é visionário, decide por vontade própria se jogar em águas devaneias, a fim de mergulhar em uma imensidão de ideias, que jamais poderiam ser sentidas da superfície. Quem se cega diante ao materialismo jamais se contenta com o raso, o superficial não basta. Um abraço, em si, pode não trazer paz alguma, mas sempre tem aquela palavra de conforto que aconchega e se faz dela moradia.

Antes de qualquer foto, o essencial já foi gravado e eternizado na memória de quem se importar. Antes de qualquer beijo, o amor já foi sentido e afaga a alma ao mesmo tempo que a enche de luz. O sentir por si próprio, em sua essência tão simples, e ainda assim, monumental, já basta.

O sentir é essa folha em branco, com infinitas possibilidades, e convence a cada dia que antes mesmo de ver é preciso entender a força que há dentro do crer, do ser, do amar.

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